sexta-feira, 16 de maio de 2014

9 ultimos elementos quimicos adicionados a tabela periodica

1-Darmstácioos 


  • 110 - Darmstadtium (Ds) - 1994

Darmstácio3 de símbolo Ds é um elemento químico sintético de número atômico 110 (110 prótons e 110 elétrons) . Seu núcleo atômico mais estável possui massa atómica [281] u. Pertence ao grupo 10 da Classificação Periódica dos Elementos. Provavelmente é um sólido metálico.


O isótopo Ds-269 foi descoberto pelo professor S. Hofmann e seus colaboradores em 9 de novembro de 1994, através da fusão macia (baixo aquecimento) do Pb-208 com Ni-62 , com a emissão de um nêutron, no Instituto de Pesquisas de Íons Pesados (GSI - Gesellschaft für Schwerionenforschung) de Darmstadt , na Alemanha, vencendo a corrida pela obtenção de metais pesados competindo com Berkeley (Estados Unidos) e Dubna (Rússia).

Em 23 de novembro de 1994, do mesmo modo, porém utilizando na fusão o Ni-64 foi criado o isótop

2-Roentgênio

  • 111 - Roentgenium (Rg) - 1994
roentgênioroentgénio (em homenagem a Wilhelm Conrad Roentgen), inicialmente chamados de ununúnio (do latim um, um, um) e eka-ouro (semelhante ao ouro) é um elemento químicosímbolo Rg (anteriormente Uuu), número atômico 111 (111 prótons e 111 elétrons), com massa atómica [272] u, sendo um dos átomos mais pesados.

O Roentgênio foi pela primeira vez sintetizado no "Gesellschaft für Schwerionenforschung" (GSI) em Darmstadt, Alemanha em 8 de dezembro de 1994, por uma equipe internacional liderados por Peter Armbruster e Sigurd Hofmann. Poucos átomos deste elemento foram criados (todos 272Rg), pela fusão do bismuto-209 com íons de níquel-64 num "Acelerador linear" (bombardeamento o bismuto com níquel).
O nome "roentgênio" foi aceito como permanente em 1 de novembro de 2004 em homenagem a Wilhelm Conrad Roentgen. Antes desta data, o elemento era conhecido, sob as recomendações da IUPAC, pelo nome "ununúnio", símbolo "Uuu". Algumas pesquisas atribuíam-lhe o nome "eka-ouro", pela semelhança com as características do ouro.
O roentgénio não se encontra presente na Natureza. Se este se encontrasse presente constituiria um risco devido à sua radiação perigosa

3-Copernício

  • 112 - Copernicium (Cn) - 1996
copernício, inicialmente chamado de unúnbio, unúmbio (do latim um, um, dois) ou Eka-mercúrio (semelhante ao mercúrio), é um elemento químico sintético, de símbolo Cnnúmero atômico 112 (112 prótons e 112 elétrons), com massa atómica [285] u. É um elemento de transiçãotransurânico, pertencente ao grupo 12 da tabela periódica.
Este elemento foi criado em 9 de fevereiro de 1996 no "Gesellschaft für Schwerionenforschung" (GSI) em Darmstadt, Alemanha, por uma equipe chefiada por Peter Armbruster e Sigurd Hofmann. Este elemento foi sintetizado fundindo um átomo de zinco-70 com um átomo de chumbo-208, acelerando núcleos de zinco sobre um alvo de chumbo num acelerador de íons pesados (UNILAC). A IUPAC confirmou a descoberta em 11 de junho de 2009.
Foi conhecido como "Unúnbio", um nome sistemático e temporário, dado pela IUPAC, até julho de 2009, quando foi batizado como Copernicium, em homenagem a Nicolau Copérnico. O nome foi aprovado oficialmente pela IUPAC em 20 de fevereiro de 2010 , após seis meses de discussão.

4-Unúntrio

  • 113 - Ununtrium (Uut) - 2004
Unúntrio (nome temporário, do latim um, um, três) ou Eka-tálio (semelhante ao tálio) é um elemento químico sintético, de símbolo químico temporário Uut, número atômico 113 (113 prótons e 113 elétrons), provavelmente de massa atómica 284 u. Pertence ao grupo 13 da tabela periódica.
Descoberto no início de 2004 por uma equipe de cientistas russos e norte-americanos, é um transurânico, provavelmente um sólido de aspecto prateado.



5-Fleróvio


  • 114 - Ununquadium (Uuq) - 1999
Fleróvio é um elemento químico sintético, símbolo Flnúmero atômico 114 (114 prótons e 114 elétrons), de massa atómica[289] u, pertencente ao grupo 14 ou IVA da tabela periódica.O nome foi adotado oficialmente pela IUPAC em 31 de maio de 2012.
É um elemento transurânico, radioativo, provavelmente metálico, sólido e de aspecto prateado. Foi sintetizado por uma equipe de cientistas russos da cidade russa (Dubna), em 1999. Junto com o ununpêntio toma parte da denominada "ilha de estabilidade", cujos elementos químicos, teoricamente, deveriam ser mais estáveis do que aqueles que os rodeiam.

Em janeiro de 1999 foi relatado informalmente pelos cientistas do Joint Institute for Nuclear Research em Dubna, na Rússia, a síntese do elemento 114 (ununquádio). A mesma equipe reproduziu a síntese deste elemento três meses mais tarde.
O fleróvio pode ser obtido em aceleradores de partículas, bombardeando o plutônio-244 com íons de cálcio. Isso só foi feito duas vezes, resultando nos isótopos Fl-289 e Fl-288. As equações são apresentadas a seguir:

Fl-289

\ {}^{244}\mathrm{Pu}  + {}^{48}\mathrm{Ca} = {}^{289}\mathrm{Fl} + 3n

Fl-288

\ {}^{244}\mathrm{Pu}  + {}^{48}\mathrm{Ca} = {}^{288}\mathrm{Fl} + 4n

Ainda não foram preparados substâncias usando fleróvio, mas supõe-se que as propriedades químicas e físicas sejam similares às dos compostos de chumbo: o fleróvio seria um metal denso, sólido (com ponto de fusão baixo), relativamente mole, com estados de oxidação +2 e +4 (sendo que o +2 seria mais estável). Os respectivos sulfato e cloreto no estado +2 seriam pouco solúveis em água, assim como PbCl2 e PbSO4.

6-Ununpêntio

  • 115 - Ununpentium (Uup) - 2004
Ununpentium synthesis
ununpêntio (nome provísório atribuido pela IUPAC), "elemento 115" ou eka-bismuto é um elemento químico sintético, de símbolo temporário Uup e número atômico 115.
É um elemento transurânico, radioativo, provavelmente metálico e sólido. A descoberta foi anunciada por cientistas russos e norte-americanos no início de 2004. Em setembro de 2013 pesquisadores suecos, da universidade de lund, também conseguiram criar o mesmo elemento ratificando o experimento de 2004. 

Em 1 de fevereiro de 2004, a síntese dos elementos unúntrio e ununpêntio foi relatada por uma equipe composta de cientistas russos na Universidade de Dubna do "Joint Institute for Nuclear Research", e por cientistas norte-americanos do "Lawrence Livermore National Laboratory". A descoberta do elemento foi confirmada dia 28/08/2013.
A equipe relatou que bombardeou amerício (número atômico 95) com cálcio (número atômico 20) para produzir quatro átomos de ununpêntio. Estes átomos , segundo o relato, deteriou em átomos de unúntrio (113) numa fração segundo. O unúntrio produzido estabilizou durante 1,2 segundos antes de decair em elementos naturais.
"Ununpêntio" é um nome sistemático, temporário, adotado pela IUPAC.
Confirmação
Segundo o site Mashab, cientistas dizem ter criado um punhado de átomos do elemento 115 indescritível, que ocupa um canto misterioso da tabela periódica.
O elemento super-pesado ainda tem de ser oficialmente nomeado, mas é chamado temporariamente "ununpentium" (Ununpêntio em português), aproximadamente baseada nas palavras latinas e gregas para os dígitos de seu número atômico, 115.
O número atômico é o número de prótons de um elemento contém. O elemento mais pesado comumente encontrado na natureza é o urânio, que tem 92 prótons, mas os cientistas podem carregar ainda mais prótons em um núcleo atômico e fazer elementos mais pesados, através de reações de fusão nuclear.
Em experimentos em Dubna, na Rússia, cerca de 10 anos atrás, os pesquisadores relataram que eles criaram átomos com 115 prótons. Suas medidas já foram confirmadas em experimentos no Centro Helmholtz GSI para Ion Research pesado na Alemanha.
Para tornar o Ununpêntio no novo estudo, um grupo de investigadores disparado um feixe de ultra-rápida de cálcio (que tem 20 prótons), a uma película fina de amerício, o elemento 95 com prótons. Quando estes núcleos atômicos colidiram, alguns fundiram para criar átomos de curta duração com 115 prótons.
"Nós observamos 30 em nossas três semana de experiência", o pesquisador Dirk Rudolph, um professor de física atômica na Universidade de Lund, na Suécia, disse em um e-mail. Rudolph acrescentou que a equipe russa havia detectado 37 átomos do elemento 115 em suas experiências anteriores.
"Os resultados são em geral compatíveis", disse Rudolph.

7-Livermório

  • 116 - Ununhexium (Uuh) - entre 1999 e 2001
Livermório  é um elemento químico sintético, símbolo Lv , número atômico 116 (116 prótons e 116 elétrons), com provável massa atómica de [292] u, pertencente ao grupo 16 (VIA) da tabela periódica. O nome foi adotado pela IUPAC em 31 de maio de 2012. Antes disso era conhecido pelo nome sistemático Unun-héxio (Uuh).

Em 1999, pesquisadores do Laboratório Nacional de Lawrence Livermore anunciaram o descobrimento elemento 116, em um artigo publicado na revista norte-americana Physical Review Letters, explicando o decaimento α de um átomo de maior número atômico. No ano seguinte, publicaram uma retratação depois de não conseguirem obter novamente o elemento em laboratório. Em junho de 2002, o diretor do laboratório anunciou que os dados experimentais foram distorcidos pelo autor Victor Ninov.
Em junho de 2000, do Instituto Conjunto de Pesquisa Nuclear, na cidade de Dubna (Rússia), realizaram estudos que descreviam o decaimento-α do isótopo 292Fl que era produto da reação de fusão um núcleo de 248Cm quando bombardeados com íons de48 Ca acelerado por um cíclotron, obtendo como subproduto 4 neutrons. Tem tempo de meia-vida de cerca de 6 milésimos de segundo (0,006 segundos). Após isso, tem um decaimento α em 288Fl - (Fleróvio) -, seguido por mais dois átomos de menor número atômico para mais tarde ter uma fissão espontânea.
Novos experimentos foram feitos entre o final de 2000 e início de 2001, mas estes não conseguiram reproduzir novamente o átomo.
Em outubro de 2006 foi anunciado que por três vezes, bombardeando átomos de califórnio-249 com íons de cálcio-48 produziram ununóctio (elemento 118), que então decaiu para livermório em milissegundos 7 Confirmado isso, a síntese do elemento 116 havia então sido demonstrada conclusivamente.
A reação de obtenção do livermório é:

\,^{248}_{96}\mathrm{Cm} + \,^{48}_{20}\mathrm{Ca} \, \to \,^{292}_{116}\mathrm{Lv} + 4 \; ^1_0\mathrm{n} \;

Decai em 47 milissegundos para um isótopo previamente identificados do elemento 114, fleróvio.

\,^{292}_{116}\mathrm{Lv} \to \,^{288}_{114}\mathrm{Fl} \, + \,^{4}_{2}\mathrm{He} \;

Por sua instabilidade, reduzido tempo de meia-vida e dificuldade de coleta, não existem aplicação industriais ou comerciais para este elemento e sua implementação é relegada apenas para pesquisa científica.

8-Ununséptio

  • 117 - Ununseptium (Uus) - 2010
Ununséptio (do latim um, um, sete) ou Eka-Astato (provavelmente semelhante ao halogênio astato) é o nome provisório do elemento químico 117. Recebe o simbolo provisório de Uus, apresentado número atômico 117 (117 prótons e 117 elétrons), ocupando o grupo 17 (VIIA) da tabela periódica
Elemento transurânico, provavelmente um sólido de coloração escura. é um átomo superpesado com massa atômica prevista de [291] u, altamente instável.

Uma equipe internacional de cientistas da Rússia e dos Estados Unidos descobriu o elemento de número atômico 117 em abril de 2010.
A equipe o encontrou medindo padrões de decaimento observados depois que um alvo de berquélio radioativo foi bombardeado com íons de cálcio, no ciclotron JINR (Joint Institute Nuclear Research), em Dubna, na Rússia. O experimento produziu seis átomos do elemento 117 depois de bombardearem o alvo continuamente por 150 dias. Para cada átomo, observava-se o decaimento alfa do elemento 117 para 115, depois para 113, e assim por diante, até que seu núcleo passasse por uma fissão, dividindo-se em dois elementos mais leves.
A descoberta contou com a participação de cientistas do Joint Institute of Nuclear Research (Dubna, Rússia), Research Institute for Advanced Reactors (Dimitrovgrad, Rússia), Lawrence Livermore National Laboratory, Oak Ridge National Laboratory, Universidade Vanderbilt e Universidade de Nevada, nos Estados Unidos.
Ele era o último elemento que faltava na linha sete da tabela e é um elemento preparado sinteticamente.
O nome provisório "ununseptium" é dado segundo os critérios de nomenclatura da IUPAC.

9-Ununóctio

  • 118 - Ununoctium (Uuo) - 2012
Ununóctio (do latim um, um, oito) é o nome provisório do elemento químico superpesado sintético de número atômico 118 (118 prótons e 118 elétrons). Seu símbolo químico provisório é Uuo. Ocupa o grupo 18 (VIIIA ou 0) da tabela periódica juntamente com os gases nobres.

Em 1999, pesquisadores do Lawrence Berkeley National Laboratory publicaram a descoberta dos elementos 116 e 118 em um artigo no Physical Review Letters. Um ano depois publicaram uma retratação, depois que outros pesquisadores foram incapazes de duplicar os resultados. Em junho de 2002, o diretor do laboratório anunciou que a reivindicação original da descoberta destes dois elementos tinha sido baseada nos dados produzidos pelo autor principal do relatório, Victor Ninov.
Em 10 de outubro de 2006, pesquisadores do Instituto Conjunto para Pesquisa Nuclear da Rússia e do Lawrence Livermore National Laboratory dos EUA anunciaram na Physical Review C que haviam detectado indiretamente o elemento 118 produzido por meio de colisões de átomos de califórnio e de cálcio. Os pesquisadores observaram o decaimento de três átomos, não os átomos em si. Observou-se uma meia-vida de 0,89 ms. O elemento 118 decai em elemento 116 por meio de decaimento alfa. Em segundos, o decaimento alfa subseqüente prossegue até atingir o seabórgio-271, mais estável, com uma meia-vida de 2,4 min. Isto levará o decaimento alfa ao ruterfórdio-267, com uma meia-vida de 1,3 h.
"Ununóctio" é um nome sistemático, temporário, adotado pela IUPAC para o elemento 118.




quarta-feira, 23 de abril de 2014

10 criaturas extintas que não estão extintas

10 – Rato de Nova Holanda

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O Rato de Nova Holanda é um roedor descrito pela primeira vez em 1843. Ele desapareceu de vista depois disso e foi dado como extinto até ser redescoberto em 1967. Apenas pode ser encontrado na Austrália. Está atualmente listado como ameaçado de extinção e um número das populações são agora considerados extintos.

9 – Terror Skink

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O terror skink – Phoboscincus bocourti – foi considerado extinto até que um espécime foi descoberto em 2003, na Nova Caledônia. Medem cerca de 50 centímetros e têm dentes curvos, longos e afiados – incomum para um lagarto, pois normalmente são onívoros. O único outro exemplo conhecido também foi descoberto na Nova Caledônia em 1876.

8 – Minhoca gigante de Palouse

8
O minhoca gigante de Palouse, da América do Norte, foi considerada extinta na década de 1980, mas recentemente ela ressurgiu. Pouco se sabe sobre o verme, mas o que se sabe é muito estranho. Ela pode crescer até 3 metros de comprimento e quando manuseado, exala um cheiro de lírios. A criatura se acredita ser capaz de cuspir em sua defesa. É albina na cor.

7 – Takahe

7
O Takahe é uma ave nativa da Ilha do Sul da Nova Zelândia. Ela foi pensada para ser extinta após os últimos quatro espécimes terem sido retirados em 1898. Após uma extensa pesquisa para o pássaro, ele foi redescoberto, perto do Lago Te Anau, em 1948. A ave está ameaçada de extinção. Takahes ter um hábito alimentar incomum, em que arrancam grama com seu bico, seguram em uma garra, e comem apenas as partes mais suaves na parte inferior da folha. Eles, então, jogam fora o resto.

6 – Gambá pigmeu da montanha

6
Este animal foi descrito pela primeira vez como um fóssil do Pleistoceno, em 1896. Foi redescoberto vivo em 1966, em uma cabana de esqui no Monte Hotham, na Austrália. O gambá é do tamanho de um rato e é encontrado em rochas densas alpinas e pedregulhas. Os gambás fêmeas vivem no topo da montanha, enquanto os machos vivem mais abaixo. Para acasalar, os machos viajam até as fêmeas. Como eles precisam atravessar uma estrada, a sua sobrevivência estava em perigo, por isso, o governo australiano construiu um “túnel do amor” por baixo da estrada.

5 – Gracilidris

5
Gracilidris é um gênero de formigas noturnas que só foram conhecidas através de registro fóssil – na verdade, o fóssil conhecido deste formiga é um espécime em âmbar. As formigas foram descobertas vivas e descritas em 2006, mas até hoje se sabe muito pouco sobre eles. As formigas vivem em pequenas colônias e fazem ninho no solo.

4 – Petrel das Bermudas

4
Aves noturnas que nidificam no solo, era pensada extinta há 330 anos. É o pássaro nacional de Bermudas e foi redescoberto em 1951, quando 18 pares foram encontrados. Acreditava-se ter sido extinta após os Ingleses se estabelecerem nas Bermudas e introduzirem gatos, ratos e cães. O pássaro tem uma chamada misteriosa que causou marinheiros espanhóis a acreditarem que as ilhas eram assombrado por demônios. Por essa razão, eles nunca se estabeleceram lá.

3 – Rato rocha

3
Também conhecido como o esquilo rato, foi descrito pela primeira vez em 2005 por um cientista que o colocou em sua própria família de criaturas (Laonastidae). Um ano mais tarde, a classificação foi disputada por outros que acreditam que o rato rocha é na verdade um membro da família Diatomyidae extinto que desapareceu no período Mioceno tardio. Os animais são como grandes ratos escuros com caudas como um esquilo. Surpreendentemente, os primeiros exemplares foram encontrados à venda como carne em um mercado em Laos.

2 – Lagarto gigante de La Palma

2
Este animal foi pensado como extinto a partir de 1500. Ele viveu em La Palma, nas Ilhas Canárias, e acredita-se que a introdução de gatos causou sua queda final. Em 2007, foi redescoberto em seu local original, apesar da crença de que os únicos lagartos deixados nas ilhas Canárias foram em Gran Canaria. Uma nota interessante é que as ilhas têm o nome de cães, e não canários – o nome vem do latim Insula Canaria, que significa “Ilha dos Cães”. Aves Canárias são realmente nomeadas pelas ilhas.

1 – Celacanto

1
Este é o número um porque é o mais legal – o celacanto foi pensado como extinto desde o fim do período Cretáceo. Em 1938 ele foi redescoberto em vários países africanos, tornando-se um Lazarus Taxon – um grupo de organismos que desapareceu do registro fóssil só para voltar à vida mais tarde. Os celacantos aparecem primeiro no registro fóssil há 410 milhões de anos atrás. Eles normalmente vivem perto do fundo do oceano, mas, em algumas ocasiões, foi visto mais perto da superfície. Eles têm sido conhecidos por crescer aproximadamente três metros de comprimento, mas não há um registro de um único ataque a um ser humano, já que o peixe vive tão profundo no oceano.

domingo, 23 de junho de 2013

Umbrella Corporation

i fundada na década de 1960 por Spencer, junto com Marcus e Ashford. Marcus e Ashford descobrem o Progenitor Virus (uma espécie de vírus RNA - Vírus Progenitor), que acaba sendo o primeiro vírus da série Resident Evil aparecendo em Resident Evil 0. Depois da saida de Edward Ashford em 1968, Spencer torna-se capaz de inativar Marcus no complexo da Umbrella em Raccoon City enquanto ele mantém o controle da companhia pelos próximos 30 anos. Spencer ordenou sua execução, uma tarefa que foi estupidamente descarregado por Willian Birkin e pelo jovem ambicioso, Albert Wesker.
Entre outros empreendimentos (vários ilícitos) a Umbrella trabalha com pesquisa e fabricação de armas. O T-virus - arma química - capaz de reanimar os mortos e responsável pelo surgimento das criaturas do jogo, é um produto da Umbrella, mas na legalidade ela trabalha como uma indústria farmacêutica.
Para manter a segurança de seus investimentos a Umbrella suborna autoridades e financia a candidatura de políticos favoráveis. A Umbrella guarda muitas semelhanças com a empresa real Halliburton, inclusive o fato de ambas terem um corpo de mercenários particular. (O PMC - private military company - da Halliburton se chama Kellogg, Brown and Root).